Luísa D’Ó é uma autora que surgiu como um pseudónimo para capturar a identidade de uma persona literária com uma paixão inextinguível pelas palavras e pela criatividade.
Inicialmente voltada para a poesia, a autora expandiu o seu campo de atuação para a escrita infantil, com o objetivo de contribuir para um mundo mais acolhedor para as diversas emoções e forças que compõem a experiência humana.
A sua obra explora temas como aceitação da mudança e da diversidade, autoaceitação, autoestima, amizade e apoio mútuo, valorização da natureza e da ciência, resiliência e adaptação.

A história narra a jornada emocional da papoila Amapola, que se vê confrontada com a perda da sua beleza característica, nomeadamente o seu cabelo ruivo, durante o inverno.
Enquanto lida com sentimentos de vergonha e tristeza, Amapola encontra apoio e conforto em novas amizades, como o azevinho e o pinheiro, que a ajudam a aceitar a sua nova aparência.
Ao mesmo tempo, ela é surpreendida pela visita dos cristais de neve, que compartilham as suas experiências e conhecimentos sobre a formação dos flocos.
(Fonte: Luisa D’Ó – Amapola e os Floquinhos de Neve [versao portuguesa])
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Esta história destaca a interdependência e a conexão entre os diversos elementos da natureza, mostrando como cada um tem um papel essencial no equilíbrio e harmonia do ecossistema. A troca de ideias entre a Amapola, a Flor de Tília e a gata Gigi sobre a importância das abelhas, esquilos e outros seres vivos ilustra como esses elementos se relacionam entre si e como as suas ações têm impacto no ambiente ao nosso redor.
Ao longo da narrativa, são explorados valores como a curiosidade, a aceitação da diversidade, a generosidade e a compaixão, características fundamentais para entender e apreciar a complexidade das relações na natureza. Além disso, a história também nos convida a refletir sobre a inteligência e como ela pode revelar a disparidade de conhecimento entre as pessoas, fazendo com que algumas se tornem conscientes da sua própria ignorância em relação a certos assuntos.
Nesse sentido, a inteligência não apenas nos permite explorar novas ideias, mas também nos ensina a reconhecer as nossas limitações e a imensidão do conhecimento que ainda temos por descobrir. Esta é uma reflexão inicial que nos inspira a cuidar e respeitar a natureza, como se fosse parte de nós mesmos, compreendendo que todos os seres vivos estão interligados.
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